O Museu da Electricidade abre no próximo dia 16 de Maio uma exposição de fotografias gigantes que põe em confronto a Biodiversidade e o consumo de Energia. Fotografias de vida selvagem nacional, que depende dos ecossistemas dos rios, contrastam com fotografias dos monumentos nacionais, iluminados pela electricidade gerada também por rios.
A noite e o dia enfrentam-se. Frente às ruínas do Convento do Carmo um pica-pau voa numa luxúria de cores. Face ao Mosteiro dos Jerónimos, e à sua fonte luminosa, uma águia-de-bonelli ataca a sua presa. Diante do Terreiro do Paço um lobo foge entre árvores.
Ao todo 23 espécies nacionais de fauna, fotografadas de dia, e 23 monumentos nacionais, fotografados de noite, completam esta exposição criada por Eduardo Moura, director do Museu da Electricidade, e João Pinharanda, consultor de Arte da Fundação EDP, a partir de fotografias de João Cosme, Nuno Cardal e Pedro Dias.
O equilíbrio entre a Natureza e o Homem face à energia, a defesa do património natural e a defesa do património cultural são um imperativo simultâneo que esta exposição de fotografias visa divulgar.
A noite e o dia enfrentam-se. Frente às ruínas do Convento do Carmo um pica-pau voa numa luxúria de cores. Face ao Mosteiro dos Jerónimos, e à sua fonte luminosa, uma águia-de-bonelli ataca a sua presa. Diante do Terreiro do Paço um lobo foge entre árvores.
Ao todo 23 espécies nacionais de fauna, fotografadas de dia, e 23 monumentos nacionais, fotografados de noite, completam esta exposição criada por Eduardo Moura, director do Museu da Electricidade, e João Pinharanda, consultor de Arte da Fundação EDP, a partir de fotografias de João Cosme, Nuno Cardal e Pedro Dias.
O equilíbrio entre a Natureza e o Homem face à energia, a defesa do património natural e a defesa do património cultural são um imperativo simultâneo que esta exposição de fotografias visa divulgar.


